quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Da síndrome de Grinch

Então foi Natal e eu sobrevivi..
Confesso, não gosto de Natal! E antes que você de espírito natalino que adora bolinhas coloridas, árvore pomposa, e desconforto familiar venha me encher o saco vermelho de presentes, saiba que os presentes são sempre bem vindos, mas a enchida no saco pode ficar pra trás. O fato de eu não gostar de Natal, não quer dizer que não haja partes boas.. Claro que há! Por exemplo quando ele acaba, tem coisa melhor que fim de Natal? Toda aquela comida requentada só pra você, pra compensar toda a bagunça natalina que você desgosta. Pra mim, o calendário podia muito bem dar uma dormida do dia 24 ao 27 que é quando a coisa começa realmente a fluir, nem dia 26 é perdoado porque nele ainda consta resquícios e ressacas de Natal. Coisa chata essa de ter que cozinhar, preparar a casa, enfeitar a casa e se enfeitar pra dar uma socializada formal com a família. Galera, bora chegar com a cerveja COM ÁLCOOL - por favor - com a picanha e com o calor e armar a churrascada sem esse clichê de verde e vermelho ou pisca pisca.. Coisa chata esse negócio de pisca pisca que vive embramando ou queimando e te fazendo levantar da sua cama confortável pra resolver um problema que não é seu. Dane-se o pisca pisca, rala Papai Noel! Abaixo ao dia do: "e os namoradinhos?" Não tem namoradinho, porra! 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Das encheções de fim de ano!

Então de repente, numa madrugada qualquer, você está sob o efeito calmante de dramin e se dá conta de que já é dezembro e consequentemente, Natal!  
Oi? Como assim já é natal??? Te dão um ano inteiro pra você se preparar emocionalmente e fisicamente pra falsidade de fim de ano e, de repente, justamente nessa madrugada qualquer, o pré-natal (não esse que você pensou) te esbofeta a face e te joga na cara que você será a única solteira da família na celebração natalina, te lança na fuça que você será a única desempregada, devedora e sem faculdade no ambiente, e como se não bastasse, te refresca a memória das suas imensuráveis dívidas, os muitos quilos que você não perdeu  (mas vai ganhar), as cobranças familiares relacionadas ao fechamento do semestre na faculdade pra quem não pediu pra sair, cobranças familiares relacionadas ao ingresso em alguma faculdade para quem arregou pro Cap. Nascimento, cobranças familiares relacionadas ao emprego que você ainda não possui, mas deveria! Cobranças familiares relacionadas à arrumação da casa, já que você aparentemente, está de bobeira (e tá mesmo), cobranças familiares relacionadas ao que você fez, não fez, ou deveria estar fazendo.. Enfim, cobranças familiares por todos os lados justamente pra você estar pronto para um natal com esses familiares que te encheram o saco o mês todo (no caso do irmão, a vida toda). Tem nexo isso? Particularmente, não sou muito fã do natal. Natal foi um negócio inventado pra gastar o dinheiro que eu não tenho, pra engordar os quilos que eu excomungo, pra testar a paciência que não possuo. Papai Noel é o verdadeiro responsável pelos meus R$917,99 negativados no banco, Santander que se oriente e mande a próxima cobrança pro Polo Norte. Nesse exato momento, também me dei conta de que o natal também serve pra acabar com o efeito calmante do dramin que você ingeriu justamente pra relaxar e dormir, mas não se engane, o pior ainda está por vir depois do natal quando você enfrenta aquelas quatro horas de trânsito pro litoral debaixo de um sol quase mato-grossense, quando falta água pro seu banho no dia 31 de dezembro, devido à superlotação na sua cidade, quando estacionar o carro na praia é uma tarefa para Chuck Norris e quando você gasta metade de seu janeiro na fila do supermercado, assado de praia e com areia nas partes.
Bom fim de ano para todos, 2bjs.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Para meio entendedor anônimo, nenhuma palavra basta!

Daí que quando você tem um karma mal resolvido, as coisas acontecem justamente de modo a te fazer perder a karma. É realmente impressionante a rapidez do destino quando o assunto é me sacanear. 
Pois bem, eis que me retirei por uns tempos da cativada Rondonópolis e tive que voltar resolver a vida que anda meio bagunçada pras bandas de cá, e "cá", geralmente vem anexa ao "cá-sinho", mais expecificamente o ex-casinho que me tira do eixo até hoje. Apesar de velho, o casinho deu o que falar, o casinho foi épico, o casinho foi papel principal, o casinho hoje em dia é coadjuvante, mas ainda tá intruso na história, e o pior.. o casinho tem outro casinho. Daí que hoje foi dia de fazer presença com o véio e dar um suporte familiar, traduz-se: virar motorista do véio no carro caro do véio e dar uma ostentada nas infelizes bandas de cá. De cá, onde mora o cá-sinho e onde cá-ralhamente, o casinho resolveu dar as caras em todos os meus cantos durante o dia todinho, justo no dia de hoje em que eu, infelizmente, esqueci meu oclinhos escuro privador de brisa no olhar, mágoas antigas e amor reprimido... 
-Ô Universôô!!! O casinho sambando na minha cara eu até aguento, mas o casinho do casinho sapateando no meu recalque.. aí já é bullying dos brabos!